sábado, 22 de janeiro de 2011

MINHA ESPOSA FOI PROSTITUTA POR UMA HORA


MINHA ESPOSA FOI PROSTITUTA POR  UMA HORA



Um dia eu e minha esposa viajamos para uma cidade no interior de São Paulo. Bauru... Uma cidade conhecida e que tem suas noites badaladas por algumas prostitutas... Essa cidade já foi até conhecida como cidade da prostituta... Estávamos hospedados em um hotelzinho no centro mesmo. Eu e minha gata estávamos realizando um trabalho cultural na cidade e sempre depois das 23 horas retornávamos ao nosso quarto de hotel e ai fazíamos o que sempre mais gostamos... TRANSAR... Mas nesta noite enquanto retornávamos a minha gostosa esposa teve uma imaginação de fazermos algo diferente. Se vestir de prostituta e dar uma volta pela rua da cidade...
Então fomos direto ao hotel e lá ela começo a se preparar, se reproduzir. Um salto de quase dez centímetros, sombra forte nos olhos, batom cor do carmim, perfume, e uma minisainha, uma miniblusinha, uma bolsinha, e ainda para completar prendeu os seus lindos cabelos... Nossa depois de pronta, acredite, que eu comeria a minha esposa pensando que fosse outra... Antes de sairmos do hotel dei um gostoso maia na minha esposa. Minhas mãos passearam naquele gostoso corpo acariciando-a com carinhos aquelas deliciosas curvas. Isto provocou tremores e uivos na minha loba no cio. Seu corpo estremecia de tanto tesão. Não podia continuar senão a minha gata iria gozar ali mesmo e não queríamos isso antes da nossa fantasia.
Saiamos então para o local que as prostitutas ficavam. Combinamos algo antes de sair para se surgissem algum imprevisto soubéssemos lidar com a situação. Ela não poderia ficar parada, em algum ponto porque senão as prostitutas iriam lhe incomodar, então decidimos que ela andaria feito uma prostituta umas quatro quadras somente.
Minha esposa desceu do carro no local e saiu andando como tal. Pra falar a verdade nenhuma daquelas prostitutas que estavam ali me chamavam atenção, pois a minha gata era mil vezes melhor, mil vezes mais atraente e mais a linda mulher que me transportava a uma dimensão de prazer. Meu pau nesse momento explodia de tesão. Meus olhos acompanhavam a distancia aquela fêmea deliciosa e de onde me encontrava podia notar os olhares de homens e de algumas mulheres que a encarava como se quisesse dizer, “temos carne nova no pedaço”. Mas eu acompanhava e não a perdia de vista. Não podia deixar aquele mulherão a solta que logo estaria alguém dando em cima.
Eu já nem mais conseguia dirigir o carro de tanto tesão. Ela estava demais e eu não conseguia mais me controlar. Minha esposa sabia o meu ponto fraco e fazia questão de mostrar o que sabia para ver eu me ardendo de tesão para depois eu come-la da forma que ela mais gostava. Uma esposa perfeita e feita de experiência, e de encantos.
Então me aproximei dela na calçada.. Abaixei o vidro do carro, e ela se aproximou, perguntei quanto era o programa, e ela sem exitar disse o valor, então topei e fomos em seguida para um motel. No caminho em momentos algum tratamos um ao outro como esposo e esposa, mas sim como um cliente e uma bela prostituta. No caminho ela me perguntou onde morava, o que fazia, respondi sem pensar. Eu estava diante de uma profissional do sexo. Uma verdadeira máquina de fazer sexo. Um gozo continuo que não prometia parar tão logo nos envolvia e nos aguardava tão assim que chegássemos ao motel. Logo, em alguns momentos estaríamos um no outro perdidos entre gemidos, sussurros, palavras, e prazer.
Chegamos ao motel, dentro do quarto. Ela tirou uma camisinha e me entregou. Ela tinha pensado em tudo, bem antes. Nossos corpos estavam tomados de uma sensação de puro extâxe. Com o tesão que minha esposa estava, eu sentia que podia fazer o que quisesse. Ela estava pronta para a entrega... Nós não suportávamos mais agüentar. Então reagi. Ela se sentou na beira da cama e eu parei em frente e inclinei suavemente e toquei com os meus lábios em seus mamilos que já estavam de fora. Nessa hora ela extremeceu de tesão, então suguei os biquinhos de seus seios com intensidade entre gemidos e palavras envolvi o corpo de minha gata num abraço forte, enquanto ela apertava o meu pau, quase sem domínio próprio e o seu corpo suado escorregava em minhas mãos. Estávamos nos maltratando para segurarmos o nosso gozo.
Ah! Meu amor você me enlouquece, murmurou a minha esposa. Quero vc dentro de mim agora. Neste momento aproximei os meus lábios do dela e a beijei cm paixão. Ela parecia que queria me engolir, por me todo dentro de si, então nem percebi, quando me dei por conta o meu pau estava dentro de sua deliciosa xaninha. Eu sentia a sua bucetinha mordendo o meu pau, parecia que a minha mulher queria arrancar o meu pau para ficar dentro dela pra sempre... Eu já não resistia mais segurar o meu gozo, sentia que estava vindo e ia estourar. Ela mexia, se retorcia, gemia, e dizia ahhhh vai acontecer agora, agora e então liberamos juntos. Foi como a gente viajasse a um outro mundo. Abraçados parecia que não iríamos mais desgrudar.
Não havia lugar para pensar em trabalho, ou qualquer outra coisa era só eu e você. Nossos olhares entendiam o que o nosso corpo desejava e nem precisávamos falar uma para outro como queríamos fazer. Éramos levados por um guia por nome desejo. Nesse momento eu não sabia quem eu era, pois os nossos corpos se misturavam e nenhum de nós pertencia a si próprio. Éramos nossa própria essência. Nossas respirações ofegantes, as doces caricias, o amor, tesão, enfim tudo num mesmo lugar se resumia ali. Eu era você e você era eu, até que mais uma vez nossos sexos liberam os nossos gozos e perdidos entre o cansaço e suores deixamos os corpos se prenderem a cama.  Sua bocetinha encharcada com os nossos gozos parecia agradecer, mas eu ainda tomado pela aquela gostosa fantasia de você ser uma prostituta, levei a minha boca em sua xaninha e comecei a lambe-la, suga-la, então senti que dentro de poucos segundos você começou a delirar novamente de tesão, então deixei a minha língua escorregar até ao seu cuzinho e foi o suficiente para você ficar a mercê da minha vara que já se encontrava dura...  Assim apenas em alguns movimentos você se encontrava de quatro.
Uma visão maravilhosa eu contemplava. Levei o meu pau a sua bundinha e comi o seu delicioso cuzinho o qual você nem fez questão de dizer nada a num se quando gozei e estava saindo que você disse. Olha para comer o meu cuzinho é mais caro viu....




Francis Perot

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Claudinha Duarte e a poesia TRAGO DE ESPERANÇA


Trago de Esperança.
Cláudia Duarte.


Trago que me traga o amor, pulmão se enche de ar
Para criar coragem e ouvir de você quero te amar!
Trago que alimenta a alma, traz a esperança a menina carente
A mulher inteligente, que esquece tudo e deseja cair no pecado aparente.

Trago que envenena, levando a desejos mais íntimos
Coração acelerado desejando que o corpo seja tocado.
Trago que deixa os lábios ressecados,
pedindo o beijo molhado do amado, que esta do outro lado.

Trago que acalma, que relaxa que tira a vergonha de me mostrar nua
Plácida pelo calor que vem entrar em meu corpo me fazendo ver
O alvorecer de cada dia ,mais feliz!

Trago que faz pensar e viver a imaginar um lual ao seu lado
E quando clarear, amar na areia branca de frente ao mar.
Trago que traz prazer, fechar os olhos brigar com o mundo,
Esquecer o límpido e entregar a devaneio puro.

Trago que mata aos poucos, escurece o corpo,
vai se apagando em um cinzeiro sem cor,deixando o cheiro das chamas,
até sumir no ar...
Esqueça esse trago de ilusão meu amor, venha tragar sua doce felina,
doce menina, o tempo tirou o escultural, mas deixou a formosura de mulher,
belo sorriso no ar, e o desejo de te amar!!!


Bjs
Cláudinha Duarte
BH 17/07/08




Publicado no Recanto das Letras em 17/07/2008
Código do texto: T1084647




A bela e talentosa poeta e escritora além de encantar com seus escritos a muitos, também é dona de uma demasiada beleza. Parabens querida amiga Claudia Duarte por nos encantar e nos alegrar com suas poesias... Poeta Francis Perot

Francis Perot com as mais belas frases de amor, romanticas e sensuais...












domingo, 16 de janeiro de 2011



Adélia Prado



Biografia de Adélia Prado



Adélia Luzia Prado Freitas nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de 1935, filha do ferroviário João do Prado Filho e de Ana Clotilde Corrêa. Leva uma vidinha pacata naquela cidade do interior: inicia seus estudos no Grupo Escolar Padre Matias Lobato e mora na rua Ceará.

No ano de 1950 falece sua mãe. Tal acontecimento faz com que a autora escreva seus primeiros versos. Nessa época conclui o curso ginasial no Ginásio Nossa Senhora do Sagrado Coração, naquela cidade.

No ano seguinte inicia o curso de Magistério na Escola Normal Mário Casassanta, que conclui em 1953.
Começa a lecionar no Ginásio Estadual Luiz de Mello Viana Sobrinho em 1955.

Em 1958 casa-se, em Divinópolis, com José Assunção de Freitas, funcionário do Banco do Brasil S.A. Dessa união nasceriam cinco filhos: Eugênio (em 1959), Rubem (1961), Sarah (1962), Jordano (1963) e Ana Beatriz (1966).

Antes do nascimento da última filha, a escritora e o marido iniciam o curso de Filosofia  da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis.

Em 1972 morre seu pai e, em 1973, forma-se em Filosofia. Nessa ocasião envia carta e originais de seus novos poemas ao poeta e crítico literário Affonso Romano de Sant'Anna, que os submete à apreciação de Carlos Drummond de Andrade.

"Moça feita, li Drummond a primeira vez em prosa. Muitos anos mais tarde, Guimarães Rosa, Clarisse. Esta é a minha turma, pensei.  Gostam do que eu gosto. Minha felicidade foi imensa.Continuava a escrever, mas enfadara-me do meu próprio tom, haurido de fontes que não a minha. Até que um dia, propriamente após a morte do meu pai, começo a escrever torrencialmente e percebo uma fala minha, diversa da dos autores que amava. É isto, é a minha fala."
Em 1975, Drummond sugere a Pedro Paulo de Sena Madureira, da Editora Imago, que publique o livro de Adélia, cujos poemas lhe pareciam "fenomenais". O poeta envia os originais ao editor daquele que viria a ser Bagagem. No dia 09 de outubro, Drummond publica uma crônica no Jornal do Brasil chamando a atenção para o trabalho ainda inédito da escritora.
"Bagagem, meu primeiro livro, foi feito num entusiasmo de fundação e descoberta nesta felicidade. Emoções para mim inseparáveis da criação, ainda que nascidas, muitas vezes, do sofrimento. Descobri ainda que a experiência poética é sempre religiosa, quer nasça do impacto da leitura de um texto sagrado, de um olhar amoroso sobre você, ou de observar formigas trabalhando."
O livro é lançado no Rio, em 1976, com a presença de Antônio Houaiss, Raquel Jardim, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Juscelino Kubitscheck, Affonso Romano de Sant'Anna, Nélida Piñon e Alphonsus de Guimaraens Filho, entre outros.

O ano de 1978 marca o lançamento de O coração disparado que é agraciado com o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro.

Estréia em prosa no ano seguinte, com Soltem os cachorros. Com o sucesso de sua carreira de escritora vê-se obrigada a abandonar o magistério, após 24 anos de trabalho. Nesse período ensinou no Instituto Nossa Senhora do Sagrado Coração, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis, Fundação Geraldo Corrêa — Hospital São João de Deus, Escola Estadual são Vicente e Escola Estadual Matias Cyprien, lecionando Educação Religiosa, Moral e Cívica, Filosofia da Educação, Relações Humanas e Introdução à Filosofia. Sua peça, O Clarão,um auto de natal escrito em parceria com Lázaro Barreto, é encenada em Divinópolis.

"O transe poético é o experimento de uma realidade anterior a você. Ela te observa e te ama. Isto é sagrado. É de Deus. É seu próprio olhar pondo nas coisas uma claridade inefável. Tentar dizê-la é o labor do poeta."
Em 1980, dirige o grupo teatral amador Cara e Coragem na montagem de O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. No ano seguinte, ainda sob sua direção, o grupo encenaria A Invasão, de Dias Gomes. Publica Cacos para um vitral. Lucy Ann Carter apresenta, no Departament of Comparative Literature, da Princeton University, o primeiro de uma série de estudos universitários sobre a obra de Adélia Prado.Em 1981 lança Terra de Santa Cruz.De 1983 a 1988 exerce as funções de Chefe da Divisão Cultural da Secretaria Municipal de Educação e da Cultura de Divinópolis, a convite do prefeito Aristides Salgado dos Santos.
Os componentes da banda
é publicado em 1984.

Participa, em 1985, em Portugal, de um programa de intercâmbio cultural entre autores brasileiros e portugueses, e em Havana, Cuba, do II Encontro de Intelectuais pela Soberania dos Povos de Nossa América.

Fernanda Montenegro estréia, no Teatro Delfim - Rio de Janeiro, em 1987, o espetáculo Dona Doida: um interlúdio, baseado em textos de livros da autora. A montagem, sob a direção de Naum Alves de Souza, fez grande sucesso, tendo sido apresentada em diversos estados brasileiros e, também, nos EUA, Itália e Portugal.

Apresenta-se, em 1988, em Nova York, na Semana Brasileira de Poesia, evento promovido pelo Comitê Internacional pela Poesia. É publicado
A faca no peito.Participa, em Berlim, Alemanha, do Línea Colorada, um encontro entre escritores latino-americanos e alemães.

Em 1991 é publicada sua
Poesia Reunida.Volta, em 1993, à Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Divinópolis, integrando a equipe de orientação pedagógica na gestão da secretária Teresinha Costa Rabelo.

Em 1994, após anos de silêncio poético, sem nenhuma palavra, nenhum verso, ressurge Adélia Prado com o livro O homem da mão seca.  Conta a autora que o livro foi iniciado em 1987, mas, depois de concluir o primeiro capítulo, foi acometida de uma crise de depressão, que a bloquearia literariamente por longo tempo. Disse que vê "a aridez como uma experiência necessária" e que "essa temporada no deserto" lhe fez bem. Nesse período, segundo afirmou, foi levada a procurar ajuda de um psiquiatra.

"O que se passou? Uma desolação, você quer, mas não pode. Contudo, a poesia é maior que a poeta, e quando ela vem, se você não a recebe, este segundo inferno é maior que o primeiro, o da aridez."
Deus é personagem principal em sua obra. Ele está em tudo. Não apenas Ele, mas a fé católica, a reza, a lida cristã.
"Tenho confissão de fé católica. Minha experiência de fé carrega e inclui esta marca. Qual a importância da religião? Dá sentido à minha vida, costura minha experiência, me dá horizonte. Acredito que personagens são álter egos, está neles a digital do autor. Mas, enquanto literatura, devem ser todos melhores que o criador para que o livro se justifique a ponto de ser lido pelo seu autor como um livro de outro. Autobiografias das boas são excelentes ficções."
Estréia, em 1996, no Teatro Sesi Minas, em Belo Horizonte, a peça Duas horas da tarde no Brasil, texto adaptado da obra da autora por Kalluh Araújo e pela filha de Adélia, Ana Beatriz Prado.

São lançados Manuscritos de Felipa e Oráculos de maio. Participa, em maio, da série "O escritor por ele mesmo", no ISM-São Paulo. Em Belo Horizonte é apresentado, sob a direção de Rui Moreira, O sempre amor, espetáculo de dança de Teresa Ricco baseado em poemas da escritora.

Adélia
costuma dizer que o cotidiano é a própria condição da literatura.  Morando na pequena Divinópolis, cidade com aproximadamente 200.000 habitantes, estão em sua prosa e em sua poesia temas recorrentes da vida de província, a moça que arruma a cozinha, a missa, um certo cheiro do mato, vizinhos, a gente de lá.
"Alguns personagens de poemas são vazados de pessoas da minha cidade, mas espero estejam transvazados no poema, nimbados de realidade. É pretensioso? Mas a poesia não é a revelação do real?
Eu só tenho o cotidiano e meu sentimento dele. Não sei de alguém que tenha mais. O cotidiano em Divinópolis é igual ao de Hong-Kong, só que vivido em português."Em 2000, estréia o monólogo Dona da casa, em São Paulo, adaptação de José Rubens Siqueira para Manuscritos de Felipa. A direção é de Georgette Fadel e Élida Marques interpreta Felipa.
Em 2001, apresenta no Sesi Rio de Janeiro e em outras cidades, sarau onde declama poesias de seu livro Oráculos de Maio acompanhada por um quarteto de cordas.

OBRAS:Individuais
POESIA:
- Bagagem, Imago - 1976

- O coração disparado, Nova Fronteira - 1978

- Terra de Santa Cruz, Nova Fronteira - 1981

- O pelicano, Rio de Janeiro - 1987

- A faca no peito, Rocco - 1988

- Oráculos de maio, Siciliano - 1999

- A duração do dia, Record - 2010

PROSA:
- Solte os cachorros, Nova Fronteira - 1979

- Cacos para um vitral, Nova Fronteira - 1980

- Os componentes da banda, Nova Fronteira - 1984

- O homem da mão seca, Siciliano - 1994

- Manuscritos de Felipa, Siciliano - 1999

- Filandras, Record - 2001

- Quero minha mãe - Record - 2005

- Quando eu era pequena - 2006.



ANTOLOGIAS:
Mulheres & Mulheres, Nova Fronteira - 1978

Palavra de Mulher, Fontana - 1979

Contos Mineiros, Ática - 1984

Poesia Reunida, Siciliano - 1991 (Bagagem, O Coração Disparado, Terra de Santa Cruz, O pelicano e A faca no peito).

Antologia da poesia brasileira, Embaixada do Brasil em Pequim - 1994.

Prosa Reunida, Siciliano - 1999


BALÉ
- A Imagem Refletida - Balé do Teatro Castro Alves - Salvador - Bahia - Direção Artística de Antônio Carlos Cardoso. Poema escrito por
Adélia Prado especialmente para a composição homônima de Gil Jardim.
Vem de antes do sol
A luz que em tua pupila me desenha.
Aceito amar-me assim
Refletida no olhar com que me vês. 
Ó ventura beijar-te,
espelho que premido não estilhaça
e mais brilha porque chora
e choro de amor radia.
(Divinópolis, 1998).
Em parceriaA lapinha de Jesus (com Lázaro Barreto) - Vozes - 1969

Caminhos de solidariedade (com Lya Luft, Marcos Mendonça, et al.) - Gente-   2001.
TraduçõesPara o inglêsParticipação em antologias- Adélia Prado: thirteen poems. Tradução de Ellen Watson. Suplemento do The American Poetry Review, jan/fev 1984.

- The headlong heart (Poesias de Terra de Santa Cruz, O coração disparado e Bagagem). Tradução de Ellen Watson, New York, 1988, Livingston University Press.

- The alphabet in the park (O alfabeto no parque). Tradução de Ellen  Watson, Middletown, Wesleyan University Press, 1990.
Para o espanhol:- El corazón disparado (O coração disparado). Tradução de Cláudia Schwartez e Fernando Roy, Buenos Aires, Leviantan, 1994.

- Bagaje. Tradução de José Francisco Navarro Huamán. México, Universidade Ibero-Americana no México.
Para o italiano:- Poesie. Antologia em italiano, precedida de estudo do tradutor Goffredo Feretto. Publicada pela Fratelli Frilli Editori, Gênova.

- Assis Brasil (org.). A poesia mineira no século XX. Imago, 1998.

- Hortas, Maria de Lurdes (org.). Palavra de mulher, Fontoura, 1989.

- "Sem enfeite nenhum". In Prado Adélia et alii. Contos mineiros. Ática,  1984.
O trabalho acima foi baseado em dados obtidos na Internet (Jornal da Poesia, depoimento à Biblioteca Nacional, "As conversas com Deus" -- Luciana Hidalgo - O Globo), BTCA - A.C.Cardoso, Cadernos de Literatura Brasileira - Instituto Moreira Salles, entre outros, e em livros da autora. http://www.releituras.com/aprado_bio.asp